Linha Vermelha do Metro volta ao Tribunal de Contas para avançar
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O processo de expansão da Linha Vermelha do Metropolitano de Lisboa até Alcântara está pronto para voltar ao Tribunal de Contas, para apreciação do visto prévio necessário para a obra avançar, informou hoje o Governo no parlamento.
A informação foi dada pela secretária de Estado da Mobilidade, Cristina Pinto Dias, durante uma audição no âmbito da apreciação, na especialidade, do Orçamento do Estado para 2027 (OE2027).
"O Metro de Lisboa tem de novo as condições para submeter ao Tribunal de Contas o visto para avançar com a obra", afirmou a governante, indicando que essas condições ficaram reunidas no final de outubro, após a conclusão do processo de reprogramação financeira do projeto.
Fazendo uma cronologia do cronograma desta obra, a governante explicou que o projeto sofreu sucessivos adiamentos face ao calendário inicial, que previa a conclusão da empreitada no quarto trimestre de 2025.
Em dezembro de 2022, o prazo foi alterado para o segundo trimestre de 2026 e, em março de 2024, passou para o quarto trimestre de 2027.
"Nunca esteve em causa a sua persecução e a sua execução", ressalvou.
A expansão da linha Vermelha do Metropolitano de Lisboa prevê a construção de quatro novas estações (Campolide/Amoreiras, Campo de Ourique, Infante Santo e Alcântara), num prolongamento de cerca de 4,1 quilómetros entre São Sebastião e Alcântara.
O Conselho de Ministros aprovou, em 29 de outubro, a reprogramação dos encargos financeiros associados ao projeto, no montante global de 405,4 milhões de euros.
O financiamento será assegurado através de empréstimos do Metropolitano de Lisboa junto do Banco Europeu de Investimento e do programa Sustentável 2030.
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