Mulher condenada a 7 penas de prisão perpétua por abuso sexual da filha
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Uma mulher do Oklahoma, nos Estados Unidos da América, foi condenada a sete penas de prisão perpétua por ter falhado na proteção da sua própria filha menor.
A menina ficou grávida aos 11 anos depois de ter sido abusada sexualmente pelo padrasto, tendo dado à luz em casa, sem qualquer assistência médica, para que os abusos não se tornassem públicos.
Cherie Walker, de 34 anos, foi acusada, em agosto de 2025, de um crime de abuso sexual de menores e de seis crimes de negligência infantil.
A filha deu à luz a 16 de agsto desse ano sem ter acesso a qualquer assistência médica ou cuidados pré-natais. O caso veio à tona quando a menina teve de ir ao hospital. Na altura, tanto a mãe como o companheiro alegaram que não sabiam que esta estava grávida. Porém testes de ADN viriam a revelar a verdade, conta a revista People.
"Esta criança está traumatizada", disse o advogado da menina na altura. "Ela passou por uma provação horrível. Quero dizer, não só alguém a engravidou, como ela deu à luz em casa sem assistência médica, e esta será a sua vida para o resto dos seus dias", acrescentou.
A mulher conheceu a sua sentença na sexta-feira, 30 de outubro.
O padrasto da criança declarou-se culpado de acusações de abuso sexual infantil e negligência, consideradas crimes graves, em março, e também foi condenado a prisão perpétua.
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